Pode
estar a favor de mais coisas
Está
voltando a campanha de algumas mulheres pela aprovação, pelo Congresso
Nacional, da Lei do Aborto.
Só
para lembrar aos prezados leitores, a lei existente já permite à mulher
submeter-se legalmente à prática do aborto executado por equipe médica, neste
caso, de estupro de vulnerável. O juiz verificará se nas condições deste caso e
deste processo judicial aquela mulher não desejava manter relações sexuais com
aquele homem e, portanto, não desejava correr o risco de engravidar e,
portanto, pode livrar do “problema”. Neste caso, e também em se tratando de
gravidez de risco para a mãe e/ou do nascituro, e somente nestes casos, o
abordo está protegido por lei e pode ser executado sem ser crime perante das
leis brasileiras.
Fora
disso é crime.
Mas,
há um movimento de mulheres pressionando o Congresso para que a lei seja ampliada
e preveja qualquer aborto. “Engravidei, não quero ter este filho, tira-o”.
Melhor dizendo: assassina-o. E o que é o pior, assassina alguém que não pode se
defender. Chega alguém a mando de minha mãe e me retira do útero e me joga num
cesto de lixo ou no ralo de algum esgoto.
Olha,
gente, isso é muito grave. Quem for a favor do aborto, qualquer aborto, mesmo
aqueles previstos na lei, pode também ser a favor do suicídio, da pena de
morte, do abandono de menores ou de velhos.
O
que mais dói é saber que muitas dessas mulheres que batem pé à frente do
Congresso Nacional pedindo a ampliação da lei do aborto, são defensoras dos
animais. Será que quereriam também que as cadelas abortassem?
Platão,
em sua obra a República, já dizia que o mundo derrocaria quando os filhos não
respeitassem seus pais e professores e quando os animais tivessem mais
importância que os humanos. E agora podemos acrescentar: quando os pais não
respeitam a vida de seus filhos.
Para
os estudiosos da espiritualidade, a concepção nas trompas da mãe já é a vida de
um próximo ser humano. E o seu nascimento se dá ali por necessidade espiritual
para o filho, para a mãe, para o pai e para os irmãos.
Então
há que firmar posição quanto isso. A mulher não quer engravidar, mesmo, não
faça sexo. Tem medo de ser estuprada, se cuide. Foi estuprada? Procure a
delegacia, lavre um BO e entre com o processo. Se tiver que tirar a vida de um
filho que é rejeitado, ao menos, não seja criminosa perante os homens, pois
perante a Lei de Deus já está em culpa.
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