quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Que quadra difícil, hein!!!

Um tempo para os grandes homens

Onde chegamos???!!! Que coisa espantosa!!! Que desafio!!!
Uma democracia saudável só se sustenta se tiver os três poderes que devem sustentá-la também funcionando de forma saudável.
No Brasil, o primeiro poder apodrecido é o Legislativo. O segundo é o Executivo. E o terceiro, que poderia chamar os demais para a saúde, começa mostrar fraturas que indicam graves doenças.
Quando se observa, com tristeza, que em tempo de crise legisladores, executores e juízes estão gravemente preocupados em aumentar seus proventos, o povo que se lixe.
Num momento em que se diz que a Previdência Social não tem como se manter e vai matando aos poucos aqueles que contribuíram por 30, 40 anos e hoje, aposentados, morrem à míngua, os representantes do povo distribuem benesses e mais benesses sem olhar para aqueles que ganham menos de 5% do que embolsam legisladores, executores e magistrados.
Que lição que fica? Fica a lição que esses caras-de-pau não estão nem aí para o Brasil. Estão bem aí para seus interesses. O povo que se lixe.
Tenho cá minhas dúvidas se essa democracia se sustenta. Já estamos sem saúde, sem escola, sem segurança, sem estradas, com inflação, com desemprego... Os longos meses de interinidade do senhor Temer nada acrescentou. Não há uma fala de austeridade. Quando o ministro Meireles pregou austeridade, na semana seguinte deixaram-no a gaguejar sem saber o que dizer porque a austeridade pregada por ele foi pro pau.
Os magistrados estão brigando entre si. O bolo parou de ser repartido? Qual é o motivo das divergências entre aqueles que teriam a obrigação de fechar a questão em prol da austeridade? Se tivermos de contar apenas com a Polícia Federal e com a Justiça de Moro, estamos enfraquecidos. Daqui há pouco fecham-se as portas dessas duas instâncias e a vaca vai pro brejo com a corda e a estaca levando com ela o torneiro, o balde, o banquinho e o ordenhador.
Que quadra difícil, hein, eleitor brasileiro? Em quem você votará? Agora em outubro e depois, em 2018?
Você está ciente da gravidade que se desnuda na ponta dos dedos de quem votará?
Penso que é das ruas, das comunidades, das famílias, do eleitor, que brotará o novo Brasil. Ou se nada disso funcionar como como tem de funcionar, as moscas ficarão e a merda será a mesma. 


Nenhum comentário:

Postar um comentário