Um contragolpe, é isso que houve
O Brasil e os brasileiros cansaram,
estão com nojo dessa cantilena petista de que o impeachment da senhora Dilma
Rousseff é um golpe parlamentar arquitetado para tirá-la do cargo e dar posse a
quem não foi eleito, o vice-presidente Michel Temer.
A primeira constatação que se faz é
que se na urna estavam os nomes de Dilma Rousseff e Michel Temer ao lado do
número 13 (número do partido), Temer foi votado e na falta da titular é, sim, o
titular do cargo. Mentir sobre isso é ser mentiroso mais uma vez depois de
tantas mentiras.
Na verdade, a questão de golpe, só
agora tem as coisas claras, totalmente claras. Elas virão à tona com ênfase
depois do 25 de agosto, data em que o mandato de Dilma será efetivamente
cassado pelo Senado Federal.
Eis os fatos estarrecedores com base
nos documentos oficiais do Exército Brasileiro:
Em março, no calor das demandas pelo
impeachment e percebendo que para ela não haveria chances, Dilma e seus
conselheiros pretenderam declarar “Estado de Defesa”, um dispositivo
constitucional, previsto na Carta Magna, para suspender determinadas garantias
do cidadão, conforme artigo 136 da Constituição. Em razão de o País estar sendo
ameaçado em suas instituições, seu território, sua economia, etc., é uma
prerrogativa do presidente da República baixa decreto de Estado de Defesa, ou
de Sítio.
Nesse caso, as Forças Armadas vão
para as ruas, há o toque de recolher, ninguém entra ou sai das cidades sem
passar pela revista pessoal e do carro ou do ônibus ou caminhão ou avião ou
barco.
O que houve quando em surdina de
preparava o golpe? O comandante do Exército, general Vilas Boas, chamou para
Brasília os comandantes das regiões militares do Sudeste, Sul, Norte, Nordeste
e Centro Oeste e, juntos, foram ao ministro Aldo Rebelo para dizer alto e bom
som: “ordem absurda não cumpriremos e prenderemos quem for o autor da ordem
absurda”.
O PT recuou de sua intenção de
implantar uma ditadura comunista e o processo de impeachment teve continuidade,
como sabemos, com o afastamento da presidente e de seus ministros.
E então fica claro, a história de
GOLPE está mal contada. O que houve, na realidade, foi um CONTRAGOLPE. É disso
que o comando petista tem mágoa.
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