É
público? Então é meu!
O
amigo de Emílio Odebrecht recebeu 23 milhões de reais, dinheiro retirado de
contratos fraudulentos assinados entre o governo do PT e a empreiteira
Odebrecht, dinheiro que hoje falta no posto de saúde para remédio, vacina,
seringa e, por falta de assistência médica, acaba matando o mesmo brasileiro
que votou nos candidatos do PT à espera de honradez, transparência, mudanças...
Nem
todo petista é igual ao amigo de Emílio. Muitos a gente conhece. Mas, se o
petista honrado, ético, comprometido com um Brasil melhor não for burro e nem
mal-intencionado, tem a obrigação de rasgar sua ficha de inscrição ao partido.
Qualquer pessoa direita filiada a um casamento, a um emprego, a uma associação
ou religião em que há desvios que envergonham o ser humano, precisa provar sua
retidão denunciando a safadeza ou se rasgando esta filiação. Se não...
E
tem mais: todos os ex-petistas direitos precisam estar do lado daqueles milhões
de brasileiros que não desistiram do Brasil, mesmo aqueles que foram traídos
pelo amigo do Emílio.
Sei,
é muito difícil. Há uma índole maléfica no ar. Ladrões em penca estão roubando
flores nas praças, arrancando fios de iluminação pública, roubando material de
limpeza no condomínio, dando o golpe do bilhete premiado, detonando caixas
eletrônicos, assaltando idosos e crianças, metendo a mão nos fundos de pensão...
Ainda
existem quem vote em ladrão.
Ainda
existe quem deseje dar mandatos a bandidos.
Mas,
isso pode ser mudado.
Temos
de querer mudar.
Pense
nisso.
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