As
bombas não param de cair
Lições
a serem tiradas das urnas da Argentina, Grã Bretanha, Brasil, Estados Unidos.
Os resultados, claro, não podem ser atribuídos a uma única causa. A maior e mais forte
é, sem dúvida, uma guinada para a direta na economia do mundo. O socialismo, eu
já disse aqui no blog, é ótimo distribuidor de recursos e péssimo gerador de
riquezas. Os estados governados pela chamada esquerda estão falidos que os outros, atolados
nos salários que pagam aos servidores, nas benesses de distribuem. E os tempos
são de magreza, a economia dá para trás, o freio está puxado.
O
segundo fator pode ser lido também em São Paulo, onde os políticos foram
expulsos do pódio ao colocarem em seus lugares um empresário, tal como Trump e
deve ser a tônica da próxima eleição presidencial brasileira marcada para 2018.
E certamente será a tônica das eleições de governadores no Estados.
Um
terceiro fator vai buscar votos nas camadas mais humildes, sem leitura crítica
e que embarca em promessas. Trump prometeu demais. Gean Loureiro prometeu
demais. O mico leão dourado ganhou nos Estados Unidos e o quase sem voz acabou
sendo a voz do povão em Florianópolis.
Ganharam.
E daí?
Sobre
Trump podemos esperar um recrudescimento na questão islâmica. Esse cara vai
cair de pau em cima do chamado estado islâmico e a comunidade norte-americana
pode esperar o troco na seara terrorista.
Tem
mais bomba por aí? Tem. Pode esperar.
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