quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Trump no comando do mundo




As bombas não param de cair

Lições a serem tiradas das urnas da Argentina, Grã Bretanha, Brasil, Estados Unidos. Os resultados, claro, não podem ser atribuídos a uma única causa. A maior e mais forte é, sem dúvida, uma guinada para a direta na economia do mundo. O socialismo, eu já disse aqui no blog, é ótimo distribuidor de recursos e péssimo gerador de riquezas. Os estados governados pela chamada esquerda estão falidos que os outros, atolados nos salários que pagam aos servidores, nas benesses de distribuem. E os tempos são de magreza, a economia dá para trás, o freio está puxado.

O segundo fator pode ser lido também em São Paulo, onde os políticos foram expulsos do pódio ao colocarem em seus lugares um empresário, tal como Trump e deve ser a tônica da próxima eleição presidencial brasileira marcada para 2018. E certamente será a tônica das eleições de governadores no Estados.

Um terceiro fator vai buscar votos nas camadas mais humildes, sem leitura crítica e que embarca em promessas. Trump prometeu demais. Gean Loureiro prometeu demais. O mico leão dourado ganhou nos Estados Unidos e o quase sem voz acabou sendo a voz do povão em Florianópolis.

Ganharam. E daí?

Sobre Trump podemos esperar um recrudescimento na questão islâmica. Esse cara vai cair de pau em cima do chamado estado islâmico e a comunidade norte-americana pode esperar o troco na seara terrorista.

Tem mais bomba por aí? Tem. Pode esperar.

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