Ateu não precisa ler isto aqui
O
que vou escrever aqui não é para a leitura do ateu. O ateu não sabe o que fazer
depois da morte, então nada teme do futuro.
Sei
também que alguém rirá dizendo: “coisa sem pé nem cabeça”.
A
obra psicografa por Chico Xavier e ditada pelo espírito de Humberto de Campos “Brasil
Coração do Mundo e Pátria do Evangelho”, entrega ao nosso país uma rara
destinação que os romanos imaginavam para Roma, que os franceses imaginavam
para Paris, que os muçulmanos imaginavam para a Meca, que os judeus imaginavam
para Jerusalém, que os incas imaginavam para Cusco/Macchu Picchu e que bem
antes de tudo, os acadianos e sumérios imaginavam para a Babilônia: ser o
centro do mundo.
O
centro do mundo jamais poderia pertencer a um só povo e sim a todos eles.
E
o Brasil é a pátria de todos, recebeu a todos, dá guarida a todos.
Para
ser o Coração do Mundo, tem de ser amoroso. Andou se perdendo no fanatismo de
esquerda e direita e permitiu o nascimento da cultura do “nós contra eles”, mas
isso é firula. No fundo, queremos estar todos juntos, como estivemos em 1970
para levar a seleção ao tri. Depois disso nos dividiram e agora as massas
começam a se aglutinar na ideia de que temos de dar um exemplo do mundo,
ensinando o mundo que governo pode ser coisa séria, limpa, livre de corrupção.
Para
isso, o Coração do Mundo e Pátria do Evangelho foi buscar um avatar em meio à
pobreza, um Jesus nascido na manjedoura, a quem lhe deu um discurso imbatível
de retidão, moral, ética, desejo de servir a quem nunca havia servido pelo
poder.
E
o cara chafurdou. Ao chafurdar irritou a todos aqueles que acreditaram na sua fala
mentirosa, hipócrita, safada, condenável. E essa foi a mola que impulsionou
milhões de brasileiros, mais de 100 milhões, na direção do “basta”.
Repito:
ateu não precisa ler, não acreditará em nada do que escrevo.
Agora,
a mídia internacional começa a dizer que o exemplo brasileiro de colocar na
cadeia quem mentiu, fez falsa promessa, roubou, corrompeu e se corrompeu, é e
deve ser entendido como um exemplo e uma lição ao mundo: governante tem de ser
como pai de família, prover o seus por igual, como amor, responsabilidade,
compromisso.
Claro,
isso não será sentido agora em 18, nem daqui há 10 anos, mas começa agora.
Não sei quantos votos
receberá esta ideia, mas nasceu, está viva na mente de quase todos os
brasileiros e crescerá. Podem estar certos.
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